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O filme “Inimigos Públicos”, é o mais recente de Michael Mann, que apresenta Johny Depp a recriar a figura de John Dillinger, um dos mais célebres 'gangsters' da América dos anos 30. O filme reflecte uma vez mais uma antiga atracção do cinema norte-americano por este universo.
Um ícone do fotojornalismo dos anos 70 e 80, a agência francesa Gamma, uma das mais respeitadas do mundo, está a enfrentar o risco iminente de falência. A empresa, fundada em 1966 por Raymond Depardon e Jean Lattès, teve a concordata decretada no fim de julho e recebeu um prazo de seis meses do Tribunal de Comércio de Paris para pagar as dívidas e encontrar novos investidores. A crise, segundo seus actuais proprietários, é causada principalmente pela redução do espaço para as grandes reportagens na mídia global.
Os moçambicanos residindo ou não na Dinamarca podem participar no processo de votação do melhor artista africano 2009 naquele país europeu.
"E agora, conseguimos concretizar esse grande sonho de todos nós ... os 20 milhões de moçambicanos ... este grande sonho de unir o país fisicamente, a partir de Caia e Chimuara” – palavras proferidas aos microfones da RM pelo Engenheiro Elias Paulo, esse moçambicano dirigiu as obras daquele que a partir de amanhã, 1 de agosto, ostentará o nome de um outro símbolo: Armando Emílio Guebuza
O cantor Ney Matogrosso foi contemplado nesta terça-feira, 28, com o Prêmio Shell de Música. A escolha se deu com base nos votos do júri, dentre os quais compositores, jornalistas e críticos de música.
George Russell morreu ontem à noite em Boston (no noroeste do estado de Massachusetts) devido a complicações da doença de Alzheimer.
O principal evento das celebrações dos 50 anos de Astérix será a edição de um álbum de 56 páginas, com histórias curtas inéditas, a lançar a nível mundial, em 15 línguas, a 22 de Outubro deste ano.

Um romance inacabado de Graham Greene (1904-1991) está a ser publicado numa revista norte-americana durante este mês, que convida os leitores a terminarem o enredo. "The Empty Chair" ("A Cadeira Vazia", numa tradução literal), com apenas cinco capítulos concluídos pelo autor e cerca de 22 mil palavras, conta a história de um assassinato misterioso.
Michael Jackson morreu há trés semanas e já há quem garanta que o Rei da Pop encenou a sua morte e que andará pela Terra anónimo, afastado da pressão mediática e livre das monstruosas dívidas que acumulou. Nada de surpreendente. Afinal, para muitos, Elvis continua vivo desde que morreu em 1977. Já quanto a Jimi Hendrix, as dúvidas relativas às circunstâncias da sua morte, tendo existido, nunca atingiram dimensão de mito urbano. "Rock Roadie", livro de memórias de James "Tappy" Wright, antigo "road manager" de Hendrix, pode alterar tudo isso: Jimi foi assassinado, diz.
Edmundo Galiza Matos
Uma galeria de Nova Iorque anunciou hoje o adiamento de um leilão de um retrato de Michael Jackson pintado por Andy Warhol em 1984, devido ao grande número de licitadores que se mostraram interessados na obra.
A cena do vídeo mostra, entretanto, Obama a ajudar uma mulher. Já Sarkozy, em destaque, desviou o seu olhar
Latoya Jackson é a capa neste domingo, 12, de dois dos principais jornais sensacionalistas britânicos, o "News of the World" e "The Mail on Sunday", nas quais a irmã do "rei do pop" assegura que Michael foi assassinado e que ela sabe quem são os assassinos.
O autor Dan Brown está de mudança para Washington para continuar com a sua bem-sucedida série de livros sobre a teoria da conspiração "O Código Da Vinci".
A Polícia moçambicana (PRM) deteve a 25 de Junho último dois cidadãos estrangeiros, na cidade da Beira, capital da província central de Sofala, por crime de abate ilegal do animal protegido, caça em período de defeso, posse ilegal de armas de fogo e furto de dispositivo electrónico.
A cerimônia privada com familiares e amigos íntimos de Michael Jackson será às 8 horas da manhã desta terça-feira, 7, (19 no horário de Moçambique), no cemitério Forest Lawn, em Los Angeles, duas horas antes do início da cerimônia pública no Staples Center. Não será permitida a presença de TVs ou imprensa no cemitério. A família não informou se após a cerimônia o corpo de Michael será sepultado ou se seguirá em procissão até o Staples Center. As autoridades locais não recomendam a procissão, pois temem haver comoção pública.
Antes da unificação da grafia da língua portuguesa nos países africanos que falam oficialmente o português, é preciso discutir questões do âmbito social e político, defende o escritor moçambicano Mia Couto para quem a reforma ortográfica não faz sentido.
Durante várias horas, milhares de fãs de Michael Jackson reuniram-se junto ao cine-teatro Apollo, em pleno Harlem (Nova Iorque), para prestar homenagem ao malogrado cantor. O “Rei da Pop” pisou o palco do Apollo quando tinha nove anos, integrado nos Jackson 5, o grupo que formava com os irmãos mais velhos. Na sexta-feira, o corpo do cantor começa a ser velado no rancho de Neverland.
O escritor, jornalista e dramaturgo moçambicano Mia Couto está desde quinta-feira no Brasil - primeiro em São Paulo para lançar o seu novo romance -, e depois no Rio de Janeiro para ser homenageado."É, sem dúvida, o mais antigo instrumento musical do mundo", disse o arqueólogo. A descoberta está descrita na edição desta semana da revista Nature.
Outros arqueólogos concordaram com a avaliação de Conard.
A arqueóloga especializada no período paleolítico April Nowell, da Universidade de Victoria, no Canadá, disse que a data da flauta é anterior à de outros instrumentos, "mas não tão mais antiga que chegue a ser surpreendente ou polémico". Ela não tomou parte no trabalho de Conard.
A flauta de Hohle Fels é mais completa e um pouco mais velha que fragmentos de osso e marfim de sete outras flautas, também encontradas no sul da Alemanha e documentadas por Conard e colegas nos últimos anos.
Outra flauta, descoberta na Áustria, teria 19 mil anos, e um conjunto de 22 flautas encontradas nos Pirineus franceses foram datadas de 30 mil anos atrás.
A equipe de Conard escavou a flauta em setembro de 2008, o mesmo mês em que descobriu seis fragmentos de marfim em Hohle Fels que compõem uma estatueta feminina que, acredita-se, é a mais antiga escultura de uma forma humana.
Juntas, flauta e estatueta - descobertas na mesma camada de sedimento - sugerem que seres humanos anatomicamente modernos haviam estabelecido uma cultura avançada na Europa há 35 mil anos, disse o arqueólogo Wil Roebroeks, da Universidade de Leiden, na Holanda, e que não tomou parte em nenhuma das duas descobertas.
Roebroeks disse que é difícil saber qual o grau de inteligência ou de desenvolvimento social desse povo. Mas os vestígios materiais que deixaram - escultura, instrumentos musicais, adornos - combinam com objectos associados ao comportamento dos seres humanos modernos.
"Isso mostra que, já no momento em que os humanos modernos entraram na Europa... em termos de cultura material, eram tão modernos quanto possível", disse ele.
Neandertais também viviam na Europa na época em que a flauta e a estatueta foram feitas, e frequentaram a caverna de Hohle Fels. Tanto Conard quanto Roebroeks acreditam, no entanto, que os depósitos de vestígios deixados por ambas as espécies, ao longo de milhares de anos, indicam que os artefactos foram criados por humanos.
"O registoo material é tão completamente diferente do que aconteceu nas centenas de milhares de anos anteriores, com os neandertais", disse Roebroeks. "Eu apostaria que humanos modernos criaram e tocaram essas flautas".
Em 1995, o arqueólogo Ivan Turk encontrou um osso de urso numa caverna da Eslovénia, e que ficou conhecido "a Flauta de Divje Babe". Turk datou o objecto de 43 mil anos atrás e sugeriu que fosse uma flauta usada por Neandertais.
Mas outros arqueólogos puseram a hipótese em questão, sugerindo que os furos feitos no osso eram marcas dos dentes de um animal carnívoro.
O retrato icónico que Steve McCurry captou da afegã Sharbat Gula, em 1984, parece confirmar a descrição que muitos fizeram das cores presentes nas fotografias registadas em rolos Kodachrome - tonalidades “vibrantes, ricas e intensas”. A imagem que correu mundo e que foi capa da National Geographic passará a fazer parte de um memorial muito particular ligado ao suporte com que foi conseguida já que a Eastman Kodak Company anunciou ontem que deixará de produzir este tipo de película, 74 anos após ter sido colocada à venda.