RÁDIO MOÇAMBIQUE

RÁDIO MOÇAMBIQUE
CLICA NA IMAGEM. NOTÍCIAS ACTUAIS DO PAÍS
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Economia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Moçambique: Distúrbios em Maputo. Três mortos e vários feridos

Protestos contra agravamento dos preços dos produtos básicos, pão, água e energia

LEIA MAIS AQUI

Três mortos no Bairro do Benfica e várias dezenas de feridos que deram entrada no Hospital Geral José Macamo é o saldo preliminar dos distúrbios populares que estão a caracterizar as cidades de Maputo e Matola, em Moçambique, em protesto contra o agravamento dos preços de energia, água, pão e outros bens de consumo.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Zimbabwe - Inflação atinge 2,2 milhões por cento

O presidente do Banco Central do Zimbabwe, Gideon Gono, anunciou nesta quarta-feira que a inflação anual do país atingiu a marca de 2,2 milhões por cento.
"Alguns economistas independentes afirmam que a nossa inflação é de 7 milhões por cento ao ano, mas o CSO (Escritório Central de Estatísticas) afirma que é de 2,2 milhões por cento", disse Gono, segundo a agência Reuters.
O último número oficial, divulgado em abril, apontava uma alta de preços de 164.900% ao ano.
Devido à taxa mais elevada do mundo, circulam pelo Zimbabwe notas de 500 milhões de dólares zimbabwanos (foto).

Devido aos altos preços e pela escassez de alimentos, grande parte da população faz apenas uma refeição ao dia.
Mesmo itens básicos como pão e farinha de milho são encontrados com dificuldade e custam o equivalente a semanas de salário.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Moçambique: FMI elogia e propõe outras reformas para atingir objectivos do milénio

O Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou hoje Moçambique como "um dos poucos países bem colocados para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), desde que "implemente firmemente uma segunda geração de reformas".
A confiança do FMI na capacidade de Moçambique cumprir os ODM, que a ONU aponta como o caminho para a redução da pobreza no mundo, através do alargamento de serviços sociais básicos, é parte de uma avaliação daquela organização apresentada em Maputo, com o título "Economias em Período de Pós-Estabilização na África Subsahariana - Lições de Moçambique". No resumo do documento, apresentado por Jean Clément, que chefiou recentemente uma missão do FMI que verificou no terreno as avaliações obtidas por Moçambique na luta contra a pobreza, refere-se que o país está avançado rumo ao alcance daquelas grandes metas. "Moçambique é um dos poucos países Subsaharianos que aparecem bem colocados para alcançar os grandes Objectivos de Desenvolvimento do Milénio fixados pelas Nações Unidas para a redução da taxa da pobreza para metade até ao ano de 2015", disse Clément.
"Moçambique constitui um dos poucos casos de sucesso económico da África Subsaariana. Levou a cabo uma espectacular recuperação dos efeitos devastadores da guerra civil e, com o auxílio de grandes influxos de ajuda sustentada, conseguiu um crescimento económico notável e de ampla base, cada vez mais resistente face aos desastres naturais, bem como uma forte redução da pobreza em moldes equitativos", realçou Jean Clément.
A "espectacular" recuperação da economia moçambicana permitiu que o país apresente agora um dos mais baixos níveis de desigualdade social em África, através da diminuição da pobreza nas zonas rurais, onde vive a maioria da população moçambicana, segundo a avaliação.
Apesar do bom desempenho, Moçambique ainda se debate com uma acentuada prevalência da miséria no campo e o rendimento per capita, bem como os indicadores de desenvolvimento humano, continuam a ser relativamente baixos, afirma o FMI.
Para inverter esse cenário e alcançar efectivamente os ODM, o país deve apostar numa segunda geração de reformas, assentes na "correcção das grandes lacunas em termos de capital humano e de infra-estruturas", lê-se no documento.
Jean Clément salientou ainda a necessidade do aumento da "produtividade total dos factores de produção, especialmente na agricultura, e a promoção dos serviços socais, incluindo a instrução primária", como premissas para o cumprimento dos ODM.
"A consecução dos ODM não relacionados com rendimentos, como sejam a instrução primária para todos, a igualdade entre os sexos, a inversão da incidência da malária e do HIV/SIDA, e o acesso à água potável sem riscos para a saúde exige que Moçambique reforce os serviços básicos sem pôr em causa a estabilidade macroeconómica", enfatizou.
Comentando os resultados da avaliação, o ministro das Finanças moçambicano, Manuel Chang, afirmou que "a análise demonstra que uma dose de reformas estruturais combinada com uma política macroeconómica acertada são essenciais para a redução da pobreza absoluta".
Chang congratulou-se com o facto de a economia moçambicana estar a manter-se firme mesmo numa conjuntura marcada por choques externos, principalmente a alta dos preços de combustíveis e dos cereais no mercado internacional. (X)

terça-feira, 10 de junho de 2008

Crescimento económico de Moçambique cai de 7,2 por cento para 6,7 por cento em 2009

Cidade do Cabo, 10 Jun - O crescimento económico dos países africanos de expressão portuguesa deverá acompanhar o abrandamento global do desempenho do continente, que cairá de 6,3 por cento este ano para 5,6 por cento em 2009, segundo o Banco Mundial.

Nos termos do relatório "Desenvolvimento Global", hoje divulgado pelo Banco Mundial (BM) à margem da conferência anual da organização dedicada ao desenvolvimento (ABCDE), a decorrer de segunda a quarta-feira na Cidade do Cabo, África do Sul, o crescimento económico em Moçambique descerá de 7,2 por cento em 2008, para 6,7 por cento em 2009 e 6,6 por cento em 2010.
Em Cabo Verde a tendência será semelhante: 7,1 por cento de crescimento este ano, 6,9 por cento em 2009 e 6,4 por cento em 2010.
Angola terá, nas previsões do BM, a queda mais acentuada, passando de uma previsão de crescimento de 25,4 por cento este ano para 6,7 por cento em 2009, voltando a subir para 10,2 por cento em 2010 - oscilação que, de acordo com Hans Timmer, co-autor do relatório, reflecte quase integralmente o desempenho da produção petrolífera".
A Guiné-Bissau será o único país lusófono africano a crescer, embora timidamente, nos próximos anos, de acordo com o BM: 2,9 por cento em 2008, 3,3 por cento em 2009, 3,4 por cento em 2010.
No relatório hoje divulgado o BM realça que a taxa e crescimento prevista para o continente africano em 2008, 6,3 por cento, é, ainda assim, "a mais elevada em 38 anos" - mesmo o crescimento previsto para 2010, 5,9 por cento, está "ligeiramente acima da média dos últimos cinco anos".
A resistência dos países africanos - e, genericamente, dos países em desenvolvimento - ao mais pronunciado abrandamento económico global está relacionado com o facto de terem alcançado "fundamentais económicos mais saudáveis" e de estarem pouco expostos à crise no sistema financeiro internacional originada nos Estados Unidos.
Entre os riscos para as economias africanas, o BM destaca as "pressões inflacionistas" identificadas para 2008, face à escalada internacional no preço dos alimentos e do petróleo.
"A inflação acelerou de forma pronunciada nos primeiros meses de 2008 num conjunto significativo de países da região, reflectindo o aumento significativo do preço dos alimentos e os custos acrescidos dos transportes e electricidade. As pressões inflacionistas estão a subir em espiral", pode ler-se no relatório.
Neste âmbito, o BM alerta para o "risco de se repetirem os tumultos" verificados em alguns países com o encarecimento do custo de vida, apesar de actualmente as tensões sociais "terem sido aparentemente atenuadas".
A este risco o BM soma os que poderiam resultar de uma travagem mais acentuada do que o previsto da economia mundial, com impacto negativo nas exportações e investimento, a descida no preço das mercadorias e uma maior volatilidade no sistema financeiro internacional.
O BM prevê, em geral, que o abrandamento no crescimento dos países em desenvolvimento será "mais moderado mas mais prolongado do que nos países desenvolvidos, reflectindo um ajustamento para uma taxa de crescimento mais sustentável".
"Apesar deste ajustamento, as projecções de crescimento dos países em desenvolvimento (6,4 por cento em 2009-2010) está acima da média da primeira metade desta década (5,6 por cento) e muito acima da média dos anos 1980 e 1990 (3,4 por cento), ilustrando a aceleração e o potencial de crescimento."(X)

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Dólar valorizado

Visitantes de museu em Viena observam nesta quarta-feira a maior e mais valiosa moeda de ouro já produzida, com uma das faces trazendo a folha símbolo do Canadá. A peça possui um diâmetro de 45 cm e pesa 100 kg. Ela está avaliada em 2 milhões de euros.(X)