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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

“Não Podemos Ver o Vento”: Romance de Clara Pinto Correia investiga a guerra colonial em Moçambique

«Não Podemos Ver o Vento», é o novo romance de Clara Pinto Correia. «Foi, sem sombra de dúvida, o trabalho de campo mais cansativo que alguma vez me meti por amor a um romance», afirmou a autora.

«Mariana, uma psicóloga ruiva de coração ardente e determinação férrea, está na casa dos trinta quando conhece Guilherme. Mãe de duas gémeas demasiado bonitas, atrevidas e curiosas para seu próprio bem, Mariana começa a frequentar o Solar de Turismo de Habitação que Guilherme dirige na Serra do Barroso para preencher de forma criativa e pedagógica os tempos livres das filhas.

Estabelece rapidamente uma grande amizade com o proprietário e à medida que essa relação se vai estreitando começam a emergir os temas que lançarão a psicóloga na sua investigação sem retorno: a Guerra Colonial em Moçambique, a formação dos Grupos Especiais e dos Grupos Especiais Pára-Quedistas, as suas incríveis missões-relâmpago de contraguerrilha, o uso de estupefacientes fornecidos pelo próprio Exército Português, e outros segredos.

«Não Podemos Ver o Vento» é um puzzle em que as peças vão encaixando para revelar aspectos imprevistos dos abismos da alma humana e histórias verdadeiras de um dos segredos mais bem guardados da Guerra. A última peça do puzzle, no entanto, ao revelar o quadro na sua totalidade, também o modifica por completo: afinal havia ainda mais um segredo, o mais impressionante de todos, e desse nem Guilherme falou nem Mariana suspeitou. E não é que não tenha estado sempre à vista»

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Piloto mais antigo de Moçambique e Portugal morre aos 92 anos

O comandante Luís dos Santos da Costa Branco, o piloto mais antigo da aviação moçambicana e portuguesa, morreu ontem, quinta-feira, aos 92 anos, no Hospital da Universidade de Coimbra, informou um ex-comandante das Linhas Aéreas de Moçambique.

O comandante Costa Branco fez toda a sua carreira profissional em Moçambique, sendo uma referência na aviação moçambicana, onde contou mais de 33 mil horas de voo.

Nascido em Portugal em 1917, Costa Branco foi agraciado em 1945 pelo governador-geral da então colónia de Moçambique, tendo também sido distinguido por dois Presidentes da República de Portugal.

Costa Branco realizou o seu último voo em Moçambique, a 22 de Maio de 1976, ao comando de um Boing-737 e percorrendo as ligações Lourenço Marques-Joanesburgo-Lourenço Marques.

No blog “Voandoemmozambique”, José Vilhena escreveu que o malogrado “Foi um dos decanos da DETA (hoje LAM) e durante vários anos seu Instrutor, Verificador e Piloto Chefe. A Aviação em Moçambique muito ficou a dever ao Comandante Luís Santos da Costa Branco, pelo grande labor, empenhamento, esforço e entusiasmo. Para as novas gerações de pilotos foi sempre um marco e uma referência”.

sábado, 6 de junho de 2009

Sete Maravilhas: Polémica chega a Maputo

A polémica sobre “As Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo” chegou também a Moçambique, com acusações de “distorção da história colonial”, embora haja quem considere “empolada” a contestação.

“As Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo”, um concurso promovido por instituições portuguesas, nomeadamente pela televisão pública RTP, pretende a selecção, através de votação por internet, de sete dos lugares mais emblemáticos construídos durante o império colonial português.

Esta semana, um grupo de académicos de vários países do mundo criticou numa carta aberta os promotores do evento por considerarem que “distorcerem o passado sangrento da sua expansão colonial em África”.

Em Moçambique, “representado” no concurso pela Ilha de Moçambique, o diário de maior circulação do país, o Notícias, dedicou esta semana toda a página dois do seu suplemento cultural ao concurso, mas é na segunda coluna desse espaço que escreve: “Escravatura – Vergonha que Portugal prefere contornar”.

Citando a referida carta aberta, o jornalista Paul Fauvet, autor do texto inserido no Notícias, diz que “o Governo português e os organizadores do concurso ignoraram a dor daqueles que tiveram seus antepassados deportados desses entrepostos comerciais e muitas vezes ali mortos”.

“Será possível desvincular a arquitectura dessas construções do papel que elas tiveram no passado e que ainda têm, no presente, enquanto lugares de memória de imensa tragédia que representou o tráfico transatlântico e a escravidão africana nas colónias europeias?”, questiona o Notícias, com base na carta.

Em declarações à Lusa, o director do Arquivo Histórico de Moçambique e docente de História na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Joel das Neves, considerou “empoladas as críticas a essa iniciativa”, salientando que o concurso “assenta num contexto de valorização do património arquitectónico ligado a Portugal”.

“Se o argumento de que exaltar o aspecto arquitectónico dos monumentos é faltar ao respeito da memória dos que foram escravizados na edificação desse património, ainda se irá criticar a UNESCO por considerar a Ilha de Moçambique um património da humanidade”, observou Joel das Neves.

O director do Arquivo Histórico de Moçambique referiu ainda que “alguns dos monumentos que são o orgulho do Moçambique - pós independência foram edificados no contexto da dominação colonial portuguesa”.

“Compreendo a animosidade, mas a minha opinião é a de que se está a distorcer o espírito da iniciativa”, enfatizou Joel das Neves.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

GOVERNO PORTUGUÊS TENTA DISTORCER HISTORIA COLONIAL


Igreja e fortaleza, hoje monumentos, construídos pelos portugueses na Ilha do Ibo, Moçambique

Por Paul Fauvet, da Agência de Informação de Moçambique

Um número considerável de académicos proeminentes especializados na pesquisa da história dos países africanos de expressão portuguesa e do colonialismo português escreveram uma carta aberta em três línguas, nomeadamente inglês, português e francês, para denunciar a última tentativa do governo deste país europeu de distorcer o passado sangrento da sua expansão colonial em África.

Actualmente, o governo e instituições portuguesas, tais como a Universidade de Coimbra, estão a organizar um concurso internacional designado por “As Sete Maravilhas Portuguesas no Mundo”.

Estas maravilhas consistem em monumentos construídos em todo o mundo, a maioria dos quais durante o auge do poderio colonial português.

De facto, alguns destes monumentos são impressionantes – mas a nota explicativa trata os mesmos como se não fossem mais do que obras-primas de arquitectura. A partir da literatura que acompanha o concurso ninguém seria capaz de adivinhar que durante muitos séculos vários destes locais desempenharam um papel chave no comércio de escravos através do Oceano Atlântico.

Estimativas indicam que durante o comércio de escravos cerca de 12 milhões de africanos foram raptados e transportados através do Atlântico. Portugal, e a sua antiga colónia, o Brasil, foram responsáveis por pelo menos metade deste número.

O comércio de escravos e’ dos factos mais notáveis da história da expansão colonial portuguesa, mas que foi deliberadamente omitida do concurso “As Sete Maravilhas Portuguesas”.

A carta aberta nota que nas últimas duas décadas “vários países europeus, americanos e africanos vêm afirmando a memória dolorosa do comércio de africanos escravizados e valorizando o património que lhe é associado”.

Alguns dos países que também praticaram o comércio de escravos, entre as quais se destacam a França, reconhecem a escravatura como tendo sido um crime contra a humanidade, razão pela qual este país europeu adoptou a data 10 de Maio como o “Dia Nacional de Comemoração das Memórias do Tráfico Negreiro, da Escravatura e das suas Abolições”.

O Vaticano, que outrora também foi cúmplice da escravatura, já pediu desculpas pelo papel que desempenhou. Esse pedido de desculpas foi feito publicamente pelo Papa João Paulo II quando, em 1992, visitou a Casa dos Escravos na Ilha de Gorée, ao largo da costa do Senegal.

Vários presidentes, cujos países estiveram profundamente comprometidos com o comércio de escravos, incluindo o brasileiro Lula da Silva, e os norte americanos Bill Clinton e George W. Bush, seguiram o exemplo, condenando os malefícios do comércio de escravos e o passado trágico dos seus países.

Em 2007, a Grã-Bretanha comemorou o seu segundo centenário da abolição do comércio de escravos, tendo o então primeiro-ministro, Tony Blair, manifestado o seu pesar pelo papel do seu país na escravidão de muitos africanos.

Portugal, ao invés, refere a carta, está a tentar remar contra a maré do reconhecimento e arrependimento.

A lista das Sete Maravilhas inclui a cidade histórica de Luanda, actual capital de Angola, a Ilha de Moçambique, que foi a primeira capital de Moçambique, Ribeira Grande, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde, e o Castelo São Jorge da Mina (também conhecido por Castelo Elmina), no Gana.

Todos estes locais estiveram profundamente envolvidos no comércio de escravos, facto que e’ sistematicamente omitido na literatura do concurso Sete Maravilhas.

A excepção de um único caso: o texto das “Sete Maravilhas” chegou ao cúmulo de afirmar que o Castelo Elmina foi entreposto de escravos somente a partir da ocupação holandesa, em 1637.

Esta parece ser mais uma tentativa de insinuar que apenas os holandeses eram praticantes da escravatura, e não os portugueses.

Contudo, a carta aberta, nota que os portugueses construíram o Castelo Elmina, em 1482. Foi um entreposto de escravos, embora também serviu para o comércio de ouro e de outros produtos. Porém, não existe margem de dúvida de que um grande número de escravos passaram através de Elmina, quando ainda se encontrava sob o controlo dos portugueses, e que acabaram sendo levados para o Brasil.

A carta refere que “para ser fiel à história e moralmente responsável, consideramos que a inclusão desses ‘monumentos’ no dito concurso deveria ser acompanhada de informações completas sobre o papel deles no tráfico atlântico, assim como sobre seu uso actual”, (Por exemplo, O Castelo Elmina e’ actualmente um museu que mostra a história da escravatura).

Segundo os signatários da referida carta, o governo português e os organizadores do concurso “ignoraram a dor daqueles que tiveram seus antepassados deportados desses entrepostos comerciais e muitas vezes ali mortos”.

“Será possível desvincular a arquitectura dessas construções do papel que elas tiveram no passado e que ainda têm, no presente, enquanto lugares de memória da imensa tragédia que representou o tráfico transatlântico e a escravidão africana nas colónias europeias?”, questionam os autores da carta aberta.

“Em respeito à história e à memória dos milhões de vítimas do tráfico atlântico de escravos, viemos através desta carta aberta repudiar a omissão do papel que tiveram esses lugares no comércio atlântico de africanos escravizados”, conclui a carta, descrevendo o concurso como sendo uma tentativa de banalizar e apagar a história “em prol da exaltação de um passado português glorioso expresso na suposta 'beleza' arquitectónica de tais sítios de morte e tragédia”.

A carta e’ assinada por várias dezenas de académicos de varias universidades em África, Europa, América do Sul e do Norte.

Por isso, os autores da carta aberta decidiram lançar uma petição “on-line” contra a distorção da história, que toda a gente poderá assinar, e que se encontra disponível no endereço http://www.petitiononline.com/port2009/petition.html.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Campanha Internacional de Recolha de Fundos Anti-Bolha

Autor: António do "Expresso"/Portugal

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Renasce fortaleza de Sena

A FORTALEZA de Sena, símbolo da colonização portuguesa durante os 500 anos em Moçambique e dos primeiros comerciantes árabes na troca de missangas e ouro, gradualmente, está a reconquistar o seu espaço de preservação do legado histórico- cultural, no distrito de Caia, em Sofala.
Segundo as escrituras, nela ainda estampada “No reinado do Rei D.Carlos I, sendo Governador Geral da província de Moçambique, João António D Azevedo Coutinho Fragoso de Sequeira, e governador do território de Manica e Sofala, Alberto Celestino Pinto Bastos, mandou a Companhia de Moçambique reconstruir este padrão no anno de 1906”.
Durante os anos do ultimo conflito armado no país, aquele lugar ficou completamente abandonado, com indivíduos desconhecidos a retirar a seu bel-prazer as munições que delas hoje apenas restam sucatas de canhões que enfrentaram a luta de resistência por guerrilheiros de Gungunhana, então comandados na zona por então temido Macombe.
Lavo Mariano, ancião de 92 anos de idade, que se afirma como fonte credível oral e actual responsável pela manutenção da fortaleza de Sena, logo que se apercebeu da chegada da nossa equipa de Reportagem naquela fortaleza mostrou-se disponível a relatar o episódio da dominação portuguesa relacionada com aquele lugar.
Primeiro, convidou-nos a uma oração para rogar os espíritos dos nossos antepassados, mesmo ao lado das campas, e apontou algumas ruínas do palácio do governador geral da então província de Moçambique, Azevedo Coutinho, incluindo do primeiro antigo bispo deste território.
Aparentemente frustrado pelo autêntico abandono daquele “arquivo histórico” durante a guerra, a fonte renova alguma esperança na manutenção daquele lugar como forma de manter o eco das relações de dominação e resistência dos moçambicanos contra a colónia portuguesa.
Por isso, em coordenação com as autoridades administrativas de Sena, as comunidades circunvizinhas foram proibidas de realizarem cerimónias fúnebres naquela área banida, tendo sido identificados outros locais para o efeito, uma vez que aquele passa a ser protegido.
Jazem, entre outros no local, os restos mortais dos primeiros colonizadores portugueses e árabes tombados neste solo pátrio.
A fonte recorda com muita amargura que Sena foi a primeira capital económica de Moçambique ao ponto de receber a primeira visita do papa João I, em 1940, numa altura que a zona contava, em 1920, com apenas 50 portugueses e 800 nativos cujo número disparou actualmente para 36.134 habitantes.
Antigamente, prossegue Lavo Mariano, a zona que ostenta a fortaleza de Sena chamava-se Separado, sendo exclusivamente reservada aos colonos, árabes e gente civilizada.
MITOS
Nascido em 1916, o interlocutor afirma que antes da colonização, a Fortaleza de Sena contava apenas com dois pigmeus, que falavam todas as línguas do mundo, e que depois, em 1950, abandonaram misteriosamente a área, sendo actualmente substituídos por abelhas mágicas.
O mesmo ancião conta ainda que a apelidada pedra divina sofreu escavações na era colonial durante 21 dias consecutivos, sob pretexto da sua evacuação para Portugal, mas debalde. E misteriosamente soterrada e também sem sucesso, cinco anos depois os portugueses voltaram à carga num trabalho que durou 22 dias e com o mesmo resultado negativo. Gorada a intenção em 1906, eis que concluíram que, de facto, a pedra era verdadeiramente divina.
Sem menosprezar a sua narração, Lavo afirmou que as figuras ainda patentes na fortaleza representam duas estrelas e uma bengala que serviam de guia de Jesus Cristo que, na altura, brilhavam na calada da noite.
Só para ilustrar a sua longevidade e conhecedor deste episódio, o ancião chegou a exibir à nossa Reportagem as primeiras notas e moedas coloniais em Moçambique como 20 euros de 1892, 100 escudos de 1961, para além 50 escudos de 1970.
Hoje, diz ter todo o orgulho por transmitir este legado que, segundo ele, começa a interessar alguns académicos que frequentemente escalam a região.
Lavo Mariamo, uma autêntica "biblioteca viva"
MANUTENÇÃO DA FORTALEZA
A vila de Sena, que completou em Maio passado 247 anos de elevação ao estatuto daquela categoria, tem como referência obrigatória a sua fortaleza. Assim, a comunidade e as autoridades equacionam a possibilidade de realizar as actividades de limpeza, arborização e vedação daquele local histórico e cultural.Osório Sozinho Alfredo, chefe do posto administrativo de Sena, disse estarem a decorrer a preparação de uma documentação escrita relativa à fortaleza. O processo de arborização visa transformar a área em zona de lazer para acolhimento condigno aos turistas e pesquisadores do nosso rico mosaico histórico e cultural.
Agentes económicos respondem positivamente à iniciativa na fixação de bancos no local.
A ideia será extensiva a outros lugares históricos como “Massacre de Sena” e a antiga base da Frelimo em Licoma.

domingo, 8 de junho de 2008

Pepe marca e Portugal vence Turquia na Eurocopa

GENEBRA - Com um golo brasileiro, Portugal venceu o seu jogo de estréia no Euro/2008, empolga a sua torcida e assume a liderança do grupo A.
Neste sábado, em Genebra, o time de Luis Felipe Scolari bateu a Turquia por 2 a 0 com golo de Pepe e de Raul Meirelles. Na Basiléia, na Suíça, a República Checa já havia calado a torcida local com uma vitória de 1 a 0 na abertura do torneio.

Scolari já havia estreado contra a Turquia em outro torneio, a Copa do Mundo. Mas estava comandando o Brasil e sofreu para derrotar os turcos por 2 a 1 na abertura da Copa de 2002. A Turquia voltou a dar trabalho e chegou a ameaçar. Já Portugal tentou explorar a boa forma e os dribles de Cristiano Ronaldo pelas pontas e com o controle do meio de campo por Deco. Ronaldo e Nuno Gomes chegaram a acertar a trave. Enquanto Cristiano Ronaldo chamava a atenção de todos, o brasileiro Pepe foi quem abriu o marcador. O zagueiro mais caro da história, comprado pelo Real Madrid por 30 milhões de euros, se naturalizou portugues há pouco mais de um ano e foi convocado pela primeira vez em novembro de 2007. Neste sábado, anulou o ataque turco e, além do gol, fez mais outro de cabeça e que acabou anulado por impedimento. Com a vitória, Portugal confirma ser um dos favoritos para chegar às finais do torneio. Se vencer sua próxima partida, na quarta-feira contra a Repúblca Checa, já terá praticamente seu passaporte carimbado para as quartas-de-finais. Cristiano ainda deixou o campo com mais uma conquista em sua carreira. Um estudo da Universidade de Navarra e da Catalunha o colocou como o jogador mais valioso do mundo, em termos esportivos e midiáticos. O jogador teria sua imagem e talento calculado em 83 milhões de euros.O segundo colocado é o espanhol Fernando Torres, com 63 milhões de euros. Kaká viria em terceiro lugar, com 60 milhões, e Messi com 59 milhões de euros em quarto.(X)