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quinta-feira, 12 de março de 2009

John Lennon completo

John Lennon (1940-1980) tinha um dom para a música que o levou muito mais à frente das suas raízes que ele próprio poderia ter sonhado. À frente dos Beatles, alcançou o feito raro de um artista britânico conquistar os americanos com um estilo americano de música, electrizando adolescentes com uma batida que cruzou continentes, culturas e classes. Mas era também um homem complexo, que teve uma relação conturbada com a família e os companheiros da banda.

Eis o perfil que sobressai do livro John Lennon - A Vida, de Philip Norman. Um tijolaço que, se não traz nenhuma revelação bombástica, aprofunda questões controversas como a quase relação sexual que manteve com a mãe, a diversão que tirava de deficientes físicos, o uso das drogas iniciado com o baseado fumado com Bob Dylan. Mas também retrata a parceria com Paul McCartney, com quem criou o mais rico acervo existente de músicas universalmente adoradas. Sobre esse homem que foi assassinado à queima roupa, Norman conversou por telefone com o jornalista Ubiratan Brasil.

Veja mais aqui: John Lennon completo

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

28 anos depois, o assassino de John Lennon confessa-se arrependido

Mark Chapman, o assassino de John Lennon, revelou novos pormenores da morte do ex-Beatle, quando tentou pela quinta vez a liberdade condicional, que não lhe foi concedida. Ao contrário da versão que sempre foi noticiada nas páginas dos jornais de todo o mundo, Chapman negou ter chamado John Lennon quando este e Yoko Ono regressavam a casa, a 8 de Dezembro de 1980, antes de o ter assassinado. "Acho que isso foi tudo uma invenção da imprensa, não aconteceu. Ele não se voltou. Eu disparei pelas costas", revelou ao júri que negou a sua liberdade condicional.


O pedido de Chapman foi feito no dia 12 de Agosto, mas só na terça-feira passada é que as autoridades norte-americanas revelaram pormenores do processo, onde Mark Chapman confessou estar "envergonhado" pelo crime que cometeu. "Estou arrependido do que fiz. Reconheço que aquele homem de 25 anos não tinha consciência do valor da vida que levava", terá explicado. Esta foi a primeira vez que Chapman revelou o seu arrependimento pela morte de John Lennon, mas nem isso mudou a posição das autoridades, que continuam a considerar o norte-americano, agora com 53 anos, um perigo para a sociedade. Chapman voltou a contar que foi duas vezes a Nova Iorque para assassinar o ex-Beatle e que comprou a arma do crime a um amigo, no estado da Geórgia. As razões do assassínio foram novamente repetidas. "Na altura achava que graças ao crime ficaria famoso, deixava de ser um zé-ninguém".



Hoje Chapman considera-se um homem diferente. "Aos 53 anos de-senvolvi um profundo entendimento do que é a vida humana, mudei muito", revelou

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Tribunal nega liberdade condicional ao assassino de John Lennon

A Junta de Liberdade Condicional do estado de Nova Iorque negou ontem, pela quinta vez, a liberdade condicional ao assassino do músico britânico John Lennon, Mark David Chapman, que deverá passar pelo menos outros dois anos na prisão.
O assassino do ex-membro dos Beatles compareceu hoje perante a Junta de Liberdade Condicional, que negou o pedido perante "preocupações pela segurança e o bem-estar público".
Chapman, de 53 anos, foi condenado a 20 anos e prisão perpétua por um crime de assassinato em segundo grau, após matar o ex-membro do grupo britânico The Beatles em dezembro de 1980, às portas do edifício Dakota junto ao Central Park de Nova Iorque.
A Junta de Liberdade Condicional recordou no texto da decisão que Chapman "disparou cinco tiros em John Lennon, dos quais quatro o atingiram, causando a sua morte".
Este organismo acrescentou que, durante o seu comparecimento, Chapman disse que planeou e realizou de forma consciente o assassinato de John Lennon, uma morte que "impactou muitos indivíduos".
O assassino do ex-Beatle está preso numa unidade especial da prisão de Attica e separado do resto dos detidos para a sua própria segurança.
Esta é a quinta vez que a Junta de Liberdade Condicional de Nova Iorque nega a Chapman a liberdade condicional desde que pôde solicitá-la pela primeira vez, em 2000, após cumprir 20 anos da sentença.
Chapman poderá voltar a apresentar outra solicitação dentro de 24 meses, em agosto de 2010, informou ao condenado a Junta de Liberdade Condicional.
A Junta de Liberdade Condicional de Nova Iorque recebeu 50 cartas e um pedido com mil assinaturas contrário a que se conceda a Chapman a liberdade condicional e só três mensagens a favor, segundo o Daily News.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Pele de bateria dos Beatles e letras de Lennon estrelam leilão

A pele de bateria pintada à mão que apareceu na capa do histórico álbum Sgt Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, foi vendida por US$1,1 milhão em um leilão nesta quinta-feira, 10, preço quatro vezes maior que o esperado.
Anunciada como "a pele de bateria mais famosa do mundo", a peça foi a estrela do leilão de itens históricos do rock e do pop da Christie's em Londres, ofuscando o outro destaque, a letra da música Give Peace a Chance escrita à mão por John Lennon. O manuscrito foi vendido por US$ 834 mil, preço bem acima do esperado, que girava em torno de US$ 500 mil.
A peça foi vendida pela apresentadora e escritora Gail Renard, que tinha 16 anos quando Lennon e sua esposa Yoko Ono promoveram o seu famoso Bed-In, um protesto contra a guerra no qual o casal ficou numa cama de um quarto de hotel em Montreal em 1969.