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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Há dança para lá da política: Guebuza, Zuma, Mugabe e Kama mostraram o que vale ao som de Stewart


(Presidente Guebuza dando uns passos de dança com um dos seus pares/Foto MFerhat)

Os presidentes africanos e outros altos convidados que estiveram na festa do 25/o aniversário da morte do primeiro presidente de Moçambique, Samora Machel, mostraram que não só se dedicam a política para levar os destinos dos seus países a bom termo, mas também ao cultivo de virtudes que os tornam sociais.

A prova mais recente foi dada na tarde de quarta-feira no Palácio da Ponta Vermelha, residência oficial do Chefe de Estado moçambicano, Armando Guebuza, na recepção servida aos líderes africanos e outros altos convidados que se juntaram a festa, marcada pela inauguração da majestosa estátua em sua homenagem.

A recepção, que incorporou uma diversidade de pratos típicos da gastronomia moçambicana e de outros países, teve um momento cultural cujo artista de cartaz foi o músico e compositor, Stewart Sukuma, que acompanhado pela sua banda “Nkuvu”, ambientou os convidados com vários números do seu reportório discográfico.

A banda tocou e os convidados não resistiram, aos poucos foram se juntar no local defronte da tenda onde Guebuza e os seus convidados de honra estavam todos sentados.

O dono da casa levantou-se em direcção ao relvado, Jacob Zuma da África do Sul, Ian Kama do Botswana, Graça Machel e vários outros se juntaram ao momento.

A banda Nkuvu tocava e os dirigentes dançavam, trazendo um ambiente de festa típico dos convívios africanos, em que os corações de todos os convidados estão estavam revestidos de alegria imensurável, até porque o bom gosto da comida fazia muitos deles lamberem os beiços de tanto degustar.

Armando Guebuza, Jacob Zuma, Ian Kama, Graça Machel e alguns filhos do herói nacional presentes na festa dançavam e, como não podia deixar de ser, os demais convidados se fizeram a relva para mostrar os seus dotes na dança, facto que impressionou muitos e, como resposta, todos irradiavam alegria.

Se a festa dos 25 anos da trágica morte de Machel teve muitos aspectos marcantes como a visita da Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, o momento recreativo da recepção será, sem dúvida, outro grande momento de relevo registado na memória da história da efeméride.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Moçambique: Graça Machel responsabiliza excesso de imigrantes ilegais pela xenofobia na África do Sul

Maputo - A presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), Graça Machel, considerou hoje "insuportável" o excessivo número de imigrantes ilegais na África do Sul, responsabilizando esse êxodo de estrangeiros pela onda de xenofobia naquele país.
Mais de 60 estrangeiros foram mortos em ataques contra estrangeiros na África do Sul, que eclodiram no início da segunda semana de Maio, e forçaram também à fuga de milhares de estrangeiros para centros de acolhimento naquele país e para estados vizinhos.